LA MIA BANDIERA

Não é a primeira vez que acusam a Guarda Popular de favorecer um partido político devido às bandeiras comunistas. A negativa da deputada Manuela D'Ávila, portanto, é um fato requentado de cinco anos: a Popular não tem qualquer ligação com o PCdoB, não faz campanha, nem é cabo eleitoral de qualquer candidato ou partido.
A ideologia esquerdista da Guarda Popular foi um dos pontos de partida do movimento.
É normal, quando se reúnem em um movimento pessoas marginalizadas pela sociedade, que se adote uma visão política de resistência às elites e à opressão popular. Conosco não foi diferente: nos primórdios, estavam conosco torcedores da coreia (da classe oprimida), e pessoas esclarecidas de outras classes sociais (estudantes, sindicalistas, etc). A visão política da torcida sempre foi debatida.
É normal, quando se reúnem em um movimento pessoas marginalizadas pela sociedade, que se adote uma visão política de resistência às elites e à opressão popular. Conosco não foi diferente: nos primórdios, estavam conosco torcedores da coreia (da classe oprimida), e pessoas esclarecidas de outras classes sociais (estudantes, sindicalistas, etc). A visão política da torcida sempre foi debatida.
A bandeira comunista é um entre vários símbolos de resistência que já apareceram.
A bandeira palestina, a bandeira do "não ao futebol moderno", a bandeira do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional), a bandeira do Andrew Jennings (repórter da BBC que denuncia os desmandos da FIFA), a bandeira SOS FIFA (quando a CBF nos tirou o título de 2005), são alguns dos símbolos políticos que já apareceram. Isso faz parte da essência da torcida e é um direito garantido pela Constituição Federal do Brasil.
Vale lembrar também que o símbolo comunista não é usado apenas pelo PCdoB da deputada Manuela D'Ávila: há outros partidos comunistas, há movimentos comunistas que não têm partidos, e há esquerdistas que não fazem parte de qualquer movimento político constituído - o que é o nosso caso. Vincular a bandeira ao partido citado significa pobreza de espírito e desconhecimento histórico.
A bandeira palestina, a bandeira do "não ao futebol moderno", a bandeira do EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional), a bandeira do Andrew Jennings (repórter da BBC que denuncia os desmandos da FIFA), a bandeira SOS FIFA (quando a CBF nos tirou o título de 2005), são alguns dos símbolos políticos que já apareceram. Isso faz parte da essência da torcida e é um direito garantido pela Constituição Federal do Brasil.
Vale lembrar também que o símbolo comunista não é usado apenas pelo PCdoB da deputada Manuela D'Ávila: há outros partidos comunistas, há movimentos comunistas que não têm partidos, e há esquerdistas que não fazem parte de qualquer movimento político constituído - o que é o nosso caso. Vincular a bandeira ao partido citado significa pobreza de espírito e desconhecimento histórico.
Estamos sempre dispostos a esclarecer quais são as nossas posições políticas. Sobre a gestão da Fifa, do futebol, do Inter, do Brasil ou do mundo. Não estamos dispostos, porém, a nos furtar de expressar essas posições.
Somos animais políticos, e não vamos deixar que levem nossas coisas, nossa dignidade e nossa ideologia calados - como diria o poema 'No Caminho com Maiakóvski', grande pensador comunista russo.
GUARDA POPULAR COLORADA



